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Médica que atuava na BA está entre presos durante operação contra grupo que falsificava diplomas de medicina

Médica que atuava na BA está entre presos durante operação contra grupo que falsificava diplomas de medicina Reprodução/Redes Sociais Uma médica que atua...

Médica que atuava na BA está entre presos durante operação contra grupo que falsificava diplomas de medicina
Médica que atuava na BA está entre presos durante operação contra grupo que falsificava diplomas de medicina (Foto: Reprodução)

Médica que atuava na BA está entre presos durante operação contra grupo que falsificava diplomas de medicina Reprodução/Redes Sociais Uma médica que atuava na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, está entre os presos na operação contra um grupo suspeito de falsificar e vender diplomas de medicina. Médica passou por audiência de cuteve prisão mantida em audiência de custódia A informação foi confirmada ao g1 pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (13). A suspeita, identificada como Aline Candice Carlos Magalhães, teve a prisão mantida após audiência de custódia. Em nota, a defesa da médica afirmou que os elementos colhidos não apontam a participação dela no esquema e que não há elementos suficientes para a manutenção da sua prisão preventiva. (Confira nota na íntegra abaixo) 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Segundo as investigações, a mulher, que se transferiu de São Paulo (SP) para a Bahia após se formar no estado, estava envolvida no esquema. Ela foi alvo de um mandado de prisão preventiva na quarta (12), quando a ação foi deflagrada. Agora no g1 Conforme informou a PF, além de diplomas, o grupo vendia outros documentos acadêmicos falsos, que eram usados para facilitar o ingresso ou a transferência de estudantes para cursos de medicina. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão contra os investigados. A operação foi deflagrada em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, no oeste baiano, e em Montes Claros e Bocaiuva, no norte de Minas Gerais. Investigação Conforme a PF, a investigação começou em 2023, depois que o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) identificou um diploma falso apresentado para a obtenção de registro profissional e comunicou o caso à corporação. Na época, uma mulher de 33 anos, que exercia a medicina em Cacique Doble (RS), apresentou um diploma falso de medicina do Centro Universitário Funorte, de Montes Claros (MG). A fraude foi descoberta durante o processo de verificação da documentação apresentado ao conselho. A partir desse caso, os investigadores identificaram indícios de uma rede especializada na produção e comercialização de documentos acadêmicos falsificados. As investigações continuam para descobrir mais detalhes sobre o esquema, identificar outras pessoas envolvidas no esquema e levar os dados de quem também teria adquirido ou utilizado os documentos falsificados. Confira nota da defesa da médica na íntegra "Os advogados, Dr. Ricardo Matheus Pereira dos Santos (OAB/BA 58.330) e Dr. Bazílio Ignácio Xavier Neto (OAB/BA 24.510), que patrocinam a defesa da médica Aline Candice Carlos Magalhães esclarecem que os fatos imputados a ela não se deram na forma como divulgados nos noticiários televisivos ou meios digitais. Os elementos colhidos em sede de Inquérito Policial que tramita na 1ª Vara Federal Criminal da Subseção Judiciária de Governador Valadares/MG não apontam de forma concreta participação efetiva de Aline Candice na dinâmica criminosa relatada pela Polícia Federal, não passando de meras suspeitas desprovidas de respaldo probatório sólido. As interceptações telefônicas e telemáticas realizadas não detectaram qualquer conversa de Aline a respeito de falsificação documental com os demais investigados. Nenhum arquivo digital, ou instrumentos supostamente utilizados para cometimento de fraudes foi encontrado com a médica no momento do cumprimento do mandado de busca e apreensão. Ademais, a notícia-crime de renomada Faculdade que identificou suspeitas de fraudes não apontou Aline como autora ou participante de qualquer conduta criminosa. As investigações permanecem em curso e mais elementos serão apurados pelos órgãos de investigação. A defesa técnica entende que não há elementos suficientes para a manutenção da prisão preventiva da investigada, tanto pela fragilidade dos elementos colhidos até então, quanto pelo fato de que não há nenhum indicativo de que a investigada represente risco à ordem pública, haja vista sua primariedade, ou à instrução processual ou aplicação da lei penal, haja vista que sempre teve endereço fixo e ocupação lícita, não havendo ainda, qualquer elemento que indique que sua liberdade obstaculize o desenrolar das investigações". LEIA MAIS: Diploma utilizado por professora investigada por plágio e exercício ilegal da advocacia tem indícios de ser falso, diz delegado Universidade na BA denuncia grupo que falsificou diplomas de medicina; fraude beneficiava falsos médicos no Rio de Janeiro MP-BA aciona universidade de Salvador após identificar irregularidades para entrega de diplomas Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻